O Que é Que Tem de Bom?

28 ago

Novo parque em Aquiraz convida a um dia ao ar livre

Uma dica de lazer ecológica para esse domingo é conhece o  Engenhoca Parque Ecoeducativo. O nome é grande, mas não exige mais que roupas leves, protetor solar e muita água para hidratação. Para quem gosta desse tipo de passatempo, vai gostar e quem nunca foi, deveria se aventurar num local quem além de bonito e te deixar em contato com a natureza, tem várias atividades para você fazer.

Perto da área urbana de Aquiraz, primeira capital do estado (dá até pra fazer um passeio histórico pelas redondezas), o Parque não tem limite de idade nem de fôlego. Tirolesa, arvorismo, uma tal de zorb ball, diversos espaços ao ar livre: você pode encarar tudo junto (e pagar um valor mais alto, R$40 e R$45) ou preferir a arte da observação (aí sai mais barato, R$14 e R$7). Caso o comichão da vontade não dê trégua, pode pagar por brinquedo – e os preços variam, chegando a R$12.

O projeto arquitetônico preservou a entrada de velhos caminhões de cana – ali funcionava o engenho da família Targino. É, pois, que os mais atentos percebem a antiga balança que mensurava o peso da carga. Logo mais à frente, à direita, um capela novinha, mas com áurea de antiga, cheia de detalhes, um sino pesado e um altar simples. É provável que alguns parem depois da capela: funciona, logo depois, uma bodega arrumada, com cheiro de cachaça dentro do tonel de carvalho.

Mais um pouquinho e o Parque se desvenda. No arvorismo, você fica feito o Cosme Chuvasco de Rondó (personagem de Italo Calvino, em O Barão nas Árvores): de um pé de árvore a outro. Durante uma birra no jantar da família, Cosme decidiu subir e nunca mais descer. Conosco não há necessidade para tanto. Até porque, ao contrário do italiano, para nós foi montada, ao final, uma tirolesa, de 50 metros, pra secar o suor da jornada de um percurso entre redes, troncos enviesados, telas de arame e até skate. Os instrutores são muito atenciosos, e mesmo que aconteça o tombo, você está muito bem preso.

Pedalinho, uma outra bola, essa mantida cheia pelo ar, boiando no lago artificial, passeio de jardineira (se você tiver sorte, pode acabar pegando Maurício Targino, que passou os primeiros anos da infância no sítio, como guia turístico). Beto Targino, administrador do lugar, e Daniel Lima, que desenhou o Parque e orientou os instrutores, pensam em ampliações e adaptações, à medida que o público for pedindo.

 

SERVIÇO

ENGENHOCA PARQUE ECOEDUCATIVO.

Para brincar: R$40 (adulto) e R45 (criança)

Para observar: R$14 (inteira) e R$7 (meia)

Mais informações: 3361 1010 ou www. parqueengenhoca.com.br

 

Dicas

Roupas e calçados leves, como um tênis, são muito bem vindos. Vale a pena dar uma caminhada no Parque – é oferecido, ainda um passeio pelas dunas. Afora o alcance aos brinquedos, que requer disposição. Biquínis e sungas podem compor o visual: tem uma espaçonave que faz as vezes de chuveirão.

Uma pista de bicicleta está sendo finalizada. Não uma comum: mas à semelhança do trânsito real, para educar os miniciclistas.

Existe um espaço próprio para os menores bem menores e bebês. E para os adultos mais adultos também: uma bar dentro do Parque serve drinques feitos a partir da cachaça – a família dona do lugar produz a Colonial.

Quem quiser ficar para o almoço, a música é tranquila e o cardápio oferece pratos típicos, como o Cordeiro Guisado (R$42,20) e o Picadinho na Ponta da Faca (R$35,10). Caprichados.

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