ESTILO DE VIDA NERD

21 set

Ex e novo protagonistas se encontram com bom humor no Emmy

Sobre séries…

Fim de uma era… começo de outra?

E a 9ª temporada de Two and a Half Man finalmente começou sem Charlie Sheen. Apesar do início do primeiro episódio tripudiar de maneira ostensiva sobre o “finado” Charlie Harper.

Investiram caro em elenco – certamente menos do que gastariam em mais um episódio com Charlie – e cuspiram descaradamente no prato em que comeram – se pagavam tanto é por que lucravam ainda mais com o velhaco. O fato é que, daí em diante, o episódio não vai nada mal.

Apesar da perda do carisma eterno de Charlie, que praticamente interpretava o mesmo personagem de Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, de 1986, onde ele estava preso por “drogas” e conquistava facilmente a irmã do protagonista), Ashton Kutcher não fez feio e mostrou que a série pode seguir sem Charlie… só não se sabe até quando.

Vamos ver se os índices de audiência mantém sua alta da estréia (que bateu o recorde de toda a história anterior da série) ou se era apenas o frisson decorrente do próprio vácuo deixado por Sheen em seus fãs ainda incrédulos.

“Homem Livre” desvenda mistérios universais em série documental

Quem também estreou esses dias foi Morgan Freeman em sua excelente série documental Through the Wormhole.

Apresentador e produtor executivo, Freeman guia nerds contemplativos por um emaranhado de hipóteses atualíssimas que tentam responder questionamentos milenares e outros que ninguém sequer cogitava fazer até um dia desses.

Longe de simplesmente colocar a ciência a serviço da negação de toda e qualquer crença, a série procura conciliar aspectos metafísicos e descobertas científicas em busca do esclarecimento.

Apesar de ser uma simplificação de algumas idéias muito além do conhecimento comum (em algumas poucas ocasiões o paralelo traçado para traduzir o modelo proposto ao leigo parece muito aquém de uma semelhança plausível), Through the Wormhole é uma oportunidade de atualizar suas questões e argumentos.

Reboot

Volto à juventude (vinte-e-poucos) revendo esta série

Talvez exagerando na abordagem a seriados, escrevo este terceiro tópico sobre uma série que me cativou profundamente na virada do século: Reboot. Produzida com a melhor tecnologia CGI (Computer Generated Imagery) na época, Reboot era uma espécie de crônica épica do cotidiano da cidade de Mainframe.

Habitada por criaturas virtuais (programas, vírus e worms), a cidade enfrentava desafios que nos colocavam (usuários) como um inimigo que ignora o mal que causa por meio de seus jogos vazios.

Protagonizada pelo Guardião, programa que personifica nossos adversários nos jogos, as histórias ensinavam importantes lições humanas, a exemplo de outros desenhos animados do passado, como Caverna do Dragão, He-Man e Thundercats (depois escrevo sobre a nova série). Quem tiver interesse em assistir o “desenho”, procure no http://www.actionsecomics.net

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