Meu Walkman

14 nov

Heróis da Resistência

Não sei se muita gente conheceu essa banda, mas na época que ela se formou eu gostei muito. Estou falando do Heróis da Resistência. Depois que o Leoni saiu do Kid Abelha ele fundou essa banda com outros caras (e já no Kid de Abelha eu gostava das letras de suas musicas, aqui não foi diferente).

Os maiores sucessos da banda foram as músicas Dublê de CorpoEsse Outro MundoSó Pro Meu PrazerNosferatu e Diga Não. Eu acho bonita a voz do cantor e o som deles também era bacana e um pouco parecido com o do Kid Abelha.

Comentando meu histórico com essa banda, já gostava de Leoni no Kid Abelha e quando soube que ele tinha montado outra banda fui atrás de conhecer e gostei muito. Não morria de ouvir não, mas achava gato um dos integrantes da banda.

História da Banda

Heróis da Resistência é uma banda brasileira formada por Leoni (voz e baixo), Jorge Shy (guitarra), Lulu Martin (teclados) e Alfredo Dias Gomes (bateria) no Rio de Janeiro, em 1986. Após sua tumultuada saída do grupo Kid Abelha, do qual era baixista e o principal compositor, Leoni fundou o grupo, com o qual lançou três LPs, todos pela WEA. O grupo encerrou as atividades em 1993, quando o vocalista e baixista Leoni parte para a carreira solo.

Fiquei sabendo que em 2008 o guitarrista Jorge Shy e o baterista Alfredo Dias Gomes, ex-integrantes da banda HERÓIS DA RESISTÊNCIA, tinham acabado de finalizar o CD de sua nova banda, H56.

O disco continha dez faixas inéditas e duas regravações dos Heróis, “Tank” e “Doublé de Corpo”, sendo esta última com a participação do também ex-integrante dos Heróis, o cantor Leoni.

Mais detalhes e uma prévia do som pode ser conferido no MySpace da banda:www.myspace.com/bandah56.

Achei uma entrevista de Leoni comentando porque saiu do Kid Abelha.

Sua saída do Kid Abelha já estava decidida. Um pequeno acidente abreviou as coisas. Agora, Leoni arrisca tudo na banda Heróis da Resistência. “O Kid Abelha era uma coisa que estava me limitando”, recorda. “Só o fato de não termos um baterista fixo me angustiava muito. Nunca tirávamos um som juntos, com a banda completa. E eu também queria cantar, pois era eu quem escrevia as letras. O Kid Abelha tem uma estrutura mais para a Paula cantar, e ficava meio forçação de barra eu querer assumir a frente do grupo. Para isso ocorrer, tinha que ser em outro lance. Aí surgiu a idéia de formar o Heróis da Resistência, de experimentar com outros músicos, de tirar outros sons.”

Leoni, o baixista e vocalista, fala com a segurança de quem sabe o passo que está dando. A princípio, a WEA queria que fizesse carreira solo para explorar mais sua imagem de galã, mas ele insistiu em ter uma banda em que todos os músicos fossem importantes. O resultado está nas lojas desde outubro, quando foi lançado o LP produzido por Liminha – que disse não ter achado dificuldades em trabalhar com a banda. À exceção do guitarrista Jorge Shy, são todos experimentados músicos. O que não diminui o valor de Jorge, que até então vivia trancado num quarto, explorando todas as possibilidades de seu instrumento. A que a banda se propõe? Ir além das fronteiras do pop, “fazer algo mais sofisticado, com alguma ousadia.

Uma coisa bem-feita, bem-acabada, com cuidado nas letras e fugindo de uma sonoridade comum. Quando você ouve o disco sente que as faixas são absolutamente diferentes umas das outras”. Leoni prossegue explicando o porquê do nome Heróis da Resistência: “Sempre achei essa história de músico uma coisa meio de missionário. Não é uma profissão como outra qualquer. Se você não achar que tem uma missão, mesmo que seja algo pretensioso, fica uma coisa burocrática. Não é só tocar”, como já dizia uma letra do primeiro álbum do Kid Abelha. “Nada tira a atenção de um homem com uma missão.” Nas novas composições, Leoni tenta fugir de seu estilo – que é a cara do antigo grupo – e parte para títulos que lembram filmes ou romances.

Nesse novo passo, os músicos com quem está trabalhando agora são muito importantes. Alfredo Dias Gomes, o baterista, fez parte da banda de Hermeto Paschoal, teve a sua própria e acompanhou Márcio Montarroyos (com quem começou a tocar) e muitos outros da turma instrumental. Jorge foi do Tokyo antes de a banda se lançar e Lulu Martin, o tecladista, veio por recomendação de Cláudio Infante, o batera do Kid Abelha, e é de formação jazzística – já tocou com quase todos do ramo. Perguntados se a WEA não estaria investindo na banda para aproveitar a onda do RPM, enfatizaram que não se propõem a isso, e que quem fez o sucesso do RPM foram os próprios músicos, o empresário Poladian e o fenômeno de público. Outra comparação, desta vez com o grupo inglês Simple Minds, provocou uma gargalhada coletiva e a afirmação: “Nós temos mais variedade sonora que eles, que são muito iguais”.

Quem quer conhecer a banda clique nesse link:

http://www.vagalume.com.br/herois-da-resistencia/

Clipes das músicas mais conhecidas:

Discografia

1986 – Heróis da Resistência


1988 – Religio


1990 – Heróis Três


1996 – Grandes Hits


2003 – Heróis Invencíveis
2007 – Nosso Amor
2010 – Heróis MTV Acústico

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