Voxx Populi

3 jan

Férias em Fortaleza?

Olá N(A)tiveiros pensei sobre o que falar para vocês hoje, pensei em falar do réveillon que acabou de terminar mas ai achei que não poderia deixar de falar sobre o estado de calamidade e pânico generalizado que se instalou no meu estado por conta de mais uma greve dessa vez é a categoria dos policiais militares que esta paralisada.

Antes de falarmos dessa greve em especifico vamos aqui pensar sobre porque uma categoria inteira de profissionais pararia de trabalhar como forma de chamar atenção para suas reivindicações.

“A força da greve é inegável. No Brasil, em menos de cem anos a greve que era considerada crime, converteu-se em direito esculpido na Lei Fundamental” **http://www.coladaweb.com/direito/direito-constitucional-de-greve

O que eu sei é que essa forma de pressão social já foi usada, só ano passado por: correios, bancos, professores, motoristas de ônibus e a que nos sitiou dentro de nossas casas a greve dos policiais que iniciou em 30 de dezembro de 2011, você pode pensar como já ouvi de pessoas na rua que isso esta errado, que certos serviços deveriam ser proibidos de fazer greve porque é essencial mais esse direito é algo do qual todos nos trabalhadores deste país dispomos para ser utilizado como recurso contra qualquer leso trabalhista que uma categoria julgue sofrer. Se formos por na ponta do lápis os servidores de categorias essenciais como: Saúde, segurança, educação, transporte e justiça (exceto os juízes que em minha opinião ganham o que é justo) isso obviamente estoura quando junta-se a péssimas remunerações, péssimas condições de trabalho o que formam uma não valorização de profissões que são importantíssimas para o bom funcionamento administrativo e de promoção do bem estar de qualquer lugar.

Ai basta juntar a época certa do ano como os policiais que paralisaram próximo a festa mais movimentada de cidadãos da capital o já famoso Réveillon de Fortaleza, os professores com sua paralisação acarretou atraso de repasse de conteúdo para muitos estudantes os prejuízos de uma greve atingem todo mundo desde o cidadão comum que precisa utilizar o serviço, passando pelas empresas ou estado e repercutindo também na categoria que sempre tem perseguição, nunca fecha 100% de suas reivindicações e ainda tem que lhe dá com o acumulo de trabalho que foi feito durante a paralisação, no final todos pagam ¬¬.

Nas ultimas greves temos visto o aparato da rede mundial de computadores sendo violentamente utilizada como forma de repasse de informações mais são tantas versões de um mesmo acontecimento que fica difícil saber o que pode ser verdade e o que é criatividade intensiva de quem não tem o que fazer, eu faço assim para eu começar a dar credibilidade para uma informação que pareça muito fora dos padrões como os arrastões muito noticiados nessa greve policial, por exemplo, eu tenho que receber a informação de no mínimo 3 perfis confiáveis, ajuda muito se um blog ou site de credibilidade publicar o fato, um jornal tradicional on line produzir alguma divulgação do acorrido e por ultimo ver pessoas debatendo isso nas salas de bate papo ou nos menseger pessoais, pode parecer meio careta mais gosto de confirmar as noticias para poder saber as visões de uma situação e debatendo chegar a minha.

E sobre as greves vou dizer o que penso: é sim um direito legitimo que os trabalhadores possam exigir melhores condições de trabalho, assim como temos razão reclamar de algo que produza  algum prejuízo na minha opinião o que não pode é não haver nem abertura de negociação, dialogo sempre, o que acredito que não possa é categorias como as dos que detém mandato legislativo e executivo ter regalias e salários estratosféricos (Quem já ouviu falar em greve de vereador? deputado? senador?) que deixam qualquer brasileiro com a sensação de impunidade presa na garganta com um gosto amargo, se ao menos fossem trabalhadores que ouvissem seus patrões mas nem isso¬¬, o que sinto hoje é como se tivesse em um daqueles filmes futuristas onde as ruas são abandonadas, as versões são muitas, o governo faz questão de diminuir os prejuízos e o que resta é uma sensação de medo e temor por não sabermos a quem pedir socorro.

Raquel Dias¬¬: De Férias e em casa na minha cidade, torcendo para que grevista e governo encontrem uma solução que me faça ter de volta meu direito de ir e vir.

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