ESTILO DE VIDA NERD

23 fev

Marvel x DC

Amo quadrinhos e durante esses quatro dias de feriados imagino que muita gente colocou em dia sua leitura de quadrinhos. Fiquei pensando no que falar e decidir falar de duas grandes editoras de quadrinhos, a Marvel e a DC. Primeiro que quero dizer Super Herói  que é como time de futebol cada um tem o seu de coração e não troca por outro e creio que entre as editoras é do mesmo jeito, pelo menos para mim que gosto da DC e apesar de ler quadrinhos da Marvel, fico com pé atrás e acho os meus Super Heróis melhores.

Mas prometo ser imparcial nesse post e contar a história das duas editores, comenta de seus personagens principais e mostrar quem já trabalhou nelas. E para mostrar como não sou otária, vou começar pela Marvel. Coloquei versos mas não quero promover uma guerra ou disputa de quem é melhor, quero mais é falar das duas editoras que tiveram ótimas iniciativas e apostaram em produto bastante criativo e que tem a mesma função dos livros, instigar nossa imaginação e aprendermos com novas culturas. Na próxima falo daImage Comics. Espero que curtam o post.

Marvel

Marvel Comics, apelidada de House of Ideas (“Casa das Idéias”), é uma editora americana de história em quadrinhos pertencente à Walt Disney Company, ao comprar em 2009, por 4 bilhões de dólares, a Marvel Entertainment. Com sede na 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado muitos dos mais importantes e mais populares super-heróis, anti-heróis e vilões das histórias em quadrinhos. Entre as revistas mais famosas da Marvel, encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado, os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos. A partir da década de 1960, tornou-se uma das maiores empresas estadunidenses neste ramo, ao lado da DC Comics – sua principal concorrente e da Image Comics. O catálogo da Marvel, possui 5,000 personagens.

Breve história

A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics. Goodman, um editor de revistas pulp (Pulp ou ainda pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade (a “polpa”) a partir do início da década de 1900.) que começou a vender um pulp de faroeste em 1933, expandiu-se para um emergente -e até então bastante popular- novas histórias em quadrinhos. Goodman começou sua nova linha de sua existente empresa na 330 West 42nd Street, New York City, New York. Ele oficialmente detinha os títulos de editor, editor-executivo e gerente de negócios, com Abraham Goodman oficialmente listado como publisher.[6] A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. O conteúdo deste sucesso de vendas veio de uma outra publicação, Funnies, Inc., mas no ano seguinte, teve sua própria equipe no lugar. Com a segunda edição, o título da série mudou para Marvel Mystery Comics.
O primeiro editor de quadrinhos da Marvel, o também roteirista e desenhista Joe Simon, se juntou a quem seria brevemente considerado uma lenda das HQ, Jack Kirby, para criar o primeiro herói patriota, o Capitão América, em Captain America Comics #1. (Março 1941). Capitão América logo virou um sucesso com uma circulação de quase um milhão. Portanto, nos anos 40 a Timely tornou-se muito conhecida.
Em 1939, Goodman contratou o primo de sua esposa, Stanley Lieber, como auxiliar de escritório em geral. Quando o editor Simons deixou a companhia no final de 1941, Goodman fez de Lieber – até então a escrevendo sob pseudônimo como “Stan Lee” – editor provisório da linha de quadrinhos, uma posição que Lee manteve durante décadas, exceto por três anos durante o serviço militar na II Guerra Mundial. Lee escreveu extensivamente para a Timely Comics, contribuindo para vários títulos diferentes.
O mercado americano de quadrinhos de super-heróis caiu no pós-guerra. A Editora de Goodman deixou de publicar a maior parte, e expandiu-se para uma ampla variedade de gêneros que a Timely Comics ainda não havia publicado, com ênfase no gênero de horror, faroeste, humor, funny-animal,crime, quadrinhos de guerra, e posteriormente, acrescentando uma porção de jungle books, títulos de romance, e até mesmo espionagem, aventura medieval, histórias da Bíblia e esportes. Como outras editoras, Goodman também cortejou os leitores do sexo feminino com quadrinhos principalmente humorístico sobre modelos e mulheres famosas.
Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Goodman começou a publicar com nome de Atlas, uma distribuidora de sua propriedade, em Novembro de 1951. Atlas, ao invés de inovar, seguia as seguintes tendências populares na televisão e no cinema – faroestes e dramas de guerra em vigor por um tempo, monstros de cinema drive-in em outro – e mesmo outras revistas em quadrinhos, especialmente a linha de terror da EC Comics. A Atlas também publicou uma infinidade de títulos para crianças e humor adolescente, incluindo Homer the Happy Ghost de Dan DeCarlo (fantasma à la Gasparzinho) e Homer Hooper (adolescente à la Archie Andrews). A editoa tentou sem sucesso ressuscitar os super-heróis entre 1953 e 1954, como o Tocha Humana (arte de Syd Shores e Dick Ayers, alternadamente), o Namor (quase todas histórias escritas e desenhadas por Bill Everett), e Capitão América (escritor Stan Lee e desenhada John Romita Sr.). A Atlas tinha no minímo cinco escritores oficiais(chamados oficialmente de editores) além de Stan Lee: Hank Chapman, Paul S. Newman, Don Rico, Carl Wessler e o futuro cartunista da Revista MAD, Al Jaffee.

No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan Lee (edição e argumento) e Jack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publicar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko.
As histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) estadunidenses com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.
No início dos anos 70, uma série de novos directores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.
Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa – como a não publicação das revistas no prazo devido – e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .
Em 1981, a Marvel comprou os estúdios de animação DePatie-Freleng Enterprises do famoso animador do desenho da A Pantera Cor-de-Rosa, Friz Freleng. A empresa foi rebatizada de Marvel Productions Ltd. e produziu séries de desenhos animados bastante conhecidas, como G.I. Joe, Transformers e Muppet Babies.
Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.
A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).
No auge da crise,o investidor Carl Icahn tentou obter o controlo da Marvel, mas após arrastadas batalhas jurídicas, o controle da empresa foi entregue em 1997 à Isaac Perlmutter, proprietário da Toy Biz, uma das empresas do grupo. Com o seu sócio Avi Arad e os seus nomeados (e controversos) editor Bill Jemas e diretor Joe Quesada, Perlmutter reergueu a Marvel. Além da revitalização das revistas da empresa, alguns dos seus personagens foram licenciados para se tornarem filmes de sucesso, principalmente X-Men, X-Men Origins: Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Hulk, Homem de Ferro e Blade.
A Marvel mantém-se a principal editora estadunidense de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas.
Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.
Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu website.
Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual.
Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares em dinheiro e ações.

Heróis da Marvel

O Universo Marvel é composto por vários grupos de Super-heróis dentre eles encontram-se:

Essa é uma lista com os Heróis Marvel mais conhecidos e suas identidades:

Quer conhecer mais da Marvel, entra nesse link: http://marvel.com/

DC

DC Comics é uma editora norte-americana de histórias em quadrinhos e mídia relacionada, sendo considerada uma das maiores companhias ligadas a este ramo no mundo. A empresa é subsidiária da companhia Time Warner e detém a propriedade intelectual de muitos dos mais famosos personagens de quadrinhos daquele país, como Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Aquaman e seus grupos como Liga da Justiça da América, Sociedade da Justiça da América, Novos Titãs, Renegados, Aves de Rapina, Patrulha do Destino, Legião dos Super-Heróis, All-Star Squadron, entre outros. Por décadas a DC tem sido uma das duas maiores companhias de quadrinhos daquele país, ao lado da Marvel Comics (sua rival histórica). Originalmente, a companhia era conhecida como National Comics e com o tempo passou a adotar a sigla “DC” que originalmente se referia a Detective Comics, uma de suas revistas mais vendidas (a qual é publicada até hoje e apresenta histórias de Batman).
Localizada originalmente na cidade de Nova Iorque no número 432 da Fourth Avenue, a DC foi sucessivimente realocada e hoje está no número 1700 da Avenida Broadway.

Breve história

A empresa atual é uma amálgama de várias companias. National Allied Publications foi fundada por Major Malcolm Wheeler-Nicholson em 1934 para publicar More Fun Comics/Fun: The Big Comic Magazine #1 (Fev. 1935), mais tarde conhecida como New Fun e More Fun. A primeira revista em quadrinhos com mais quadrinhos originais do reprints de tiras de jornais, tinha o formato tablóide e 36 páginas. No sexto número houve o debut de Jerry Siegel e Joe Shuster, os futuros criadores do Superman que iniciaram sua carreira com o mosqueteiro “Henri Duval” e sob pseudônimo de “Leger e Reuths”, as aventuras do combatente sobrenatural do crime Dr. Oculto.
Wheeler-Nicholson criou uma segunda revista, New Comics, que estreou em dezembro de 1935 e se tornou célebre por iniciar a Era de Ouro dos Quadrinhos americanos.
O terceiro e último título foi Detective Comics, com premiere em março de 1937. Era uma série de antologias que se tornou uma sensação quando introduziu Batman no número 27 (maio/1939). Porém, a esta altura, Wheeler-Nicholson já encerrara sua participação na empresa. Em 1937 de modo a honrar compromissos, Wheeler-Nicholson aceitou Harry Donenfeld como sócio, formando a Detective Comics, Inc., juntos com Jack S. Liebowitz. Como suas dívidas continuavam, Wheeler-Nicholson foi obrigado a sair da empresa.
Pouco tempo foi a National Allied Publications publicou aquele que pode ser considerado seu quarto título Action Comics, que trouxe a estréia do Superman, um personagem que Wheeler-Nicholson não esteve diretamente envolvido, e o editor Vin Sullian escolheu para iniciar a série.
National Allied Publication e Detective Comics, Inc., claramente duas companhias com os mesmos donos (ainda que com cotas acionárias distintas) se fundiram em National Comics, em 1944. A National ainda absorveu a All-American Publications empresa de Maxwell Gaines e Jack Liebowitz.
Apesar do nome oficial ser National Comics e National Periodical Publications, o logo “Superman-DC” foi usado na linha, e a empresa era coloquialmente conhecida como DC Comics, por anos antes da adoção oficial do nome.

Era de ouro
Ver artigo principal: Golden Age of Comic Books

WoW nº1
A empresa de Wheeler-Nicholson foi a pioneira nos quadrinhos estadunidenses, publicado regularmente o primeiro material produzido para este formato, e não reimpressão de tiras de jornal, começando com More Fun Comics/Fun: The Big Comics Magazine # 01 em fevereiro de 1935, renomeado para New Fun após o primeiro número. A empresa também foi a primeira a apresentar super-heróis, começando com Action Comics # 01 em 1938. Como as vendas do título alcaçaram índices extratosféricos e as pesquisas de marketing confirmaram que o personagem Superman, foi a principal razão, o período chamado de Era de Ouro dos quadrinhos começou. Como resposta, a companhia introduziu outros personagens que se tornaram populares como Batman, Mulher-Maravilha e o primeiro grupo de super-heróis, a Sociedade da Justiça da América.
A empresa iniciou processos agressivos contra imitador por violações de copyright por outras companhias como Wonderman (criação de Will Eisner) da Fox Comics, que de acordo com o testemunho da corte era uma cópia do Superman.
Isto foi extentido à Fawcett Comics por seu personagem SHAZAM, que durante um tempo foi o personagem mais bem vendido. Isto iniciou uma batalha judicial que terminou em 1955 quando a Fawcett desistiu e deixou de publicar os personagens, cedendo os seus personagens para a DC Comics, que ironicamente retomou o personagem em 1973. Apesar da retomada de 1973, da retomada de 1987 e ainda em nova tentativa em 1995, com a série The Power of SHAZAM!, Capitão Marvel jamais voltaria a ter a mesma popularidade. Houve ainda outra disputa jurídica envolvendo o nome Capitão Marvel: durante o período 1955-1973, quando o personagem original não foi publicado a Marvel Comics registrou os direitos de Capitão Marvel e atualmente a DC Comics só pode usar o nome SHAZAM nas capas, ainda que internamente continue a usar Capitão Marvel.
Quando a popularidade dos super-heróis diminuiu no final dos anos 1940, a DC deu foco a outros gêneros, como ficção científica, westerns (faroeste), humor e romance. Lentamente, devido aos debates contra os quadrinhos de horror e crimes, a empresa deixou de publicá-los. Apesar da redução nas tiragens, títulos como Action Comics e Detective Comics sobreviveram ao final de sua própria era.

Era de prata
Ver artigo principal: Era de Prata da banda desenhada
No meio da década de 1950, o diretor editorial Irwin Donenfeld e o publisher Liebowitz trabalharam com o editor Julius Schwartz em uma edição única do Flash, parte da série de testes de personagens chamada Showcase. Em vez de reviver o velho personagem, Schwartz pediu que os escritores Gardner Fox e Robert Kanigher e os artistas Carmine Infantino e Joe Kubert criassem um novo velocista, atualizando e modernizando a identidade civil do Flash, seu uniforme e sua origem, agora com um toque de ficção científica. A popularidade do Flash reformulado provou que era possível fazer o mesmo com o Lanterna Verde e muitos outros personagens, iniciando ali aquilo que os fãs de quadrinhos chamam de a Era de Prata dos quadrinhos. O tom da Era de Prata era modificar as origens, em geral místicas dos personagens da Era de Ouro, para algo mais plausível dentro dos conceitos vigentes. Uma grande mudança pode ser vista em Lanterna Verde, que originalmente tinha uma lanterna mística e agora era membro de uma polícia intergaláctica, ainda que seus poderes fossem basicamente os mesmos.
Os personagens da National continuaram a crescer, em especial sob a batuta do editor do títulos do Superman, Mort Weisinger, que introduziu personagens como Supermoça, Bizarro e Brainiac. As séries do Batman, tiveram um afastamento dos artistas iniciais, e sob a batuta do editor Jack Schiff, introduziu os poucos famosos Batwoman, Batmoça e Bat-mirim numa tentatiza de modernizar as séries com elementos de ficção científica. Felizmente, o sucessor de Schiff, Schwartz, junto com o artista Carmine Infantino, promoveu uma revitalização do homem-morcego, que ficou conhecida como “New Look”, dando ênfase ao personagem como detetive. Ao mesmo tempo, Kanigher, editor da Mulher-Maravilha introduziu com sucesso a família da personagem, tendo aventuras em um contexto mitológico.
Com o lançamento da série de televisão Batman na ABC (American Broadcasting Company) houve um significativo aumento de vendas, além de popularidade dos personagens em outras mídias.
Em 1967, Carmine Infantino, artista de Batman, tornou-se diretor editorial, e com o crescimento da popularidade da rival Marvel Comics, ameaçando o topo de número 1 da indústria, ele trouxe para a companhias talentos como Steve Ditko (Homem-Aranha) e novatos promissores como Neal Adams (X-Men). Ele também substituiu alguns editores por artistas-editores como Kubert e Dick Giordano.
Os novos editores recrutaram jovens novos criadores num esforço para capturar as vendas e permitir a captura de crianças, e a permanência delas enquanto adolescentes e estudantes. Alguns novos talentos como Dennis O’Neil, que trabalhou em Green Lantern/Green Arrow (Lanterna Verde/Arqueiro Verde) e Batman, trouxe luzes à indústria. Apesar disto, o período é caracterizado por uma praga de séries de curta duração, que começam fortes e fraquejam rápido.
Em 1969, Nation Comics fundiu-se Warner Bros/7 Arts. No ano seguinte, Jack Kirby deixou a Marvel para criar um série de aventuras temática que é conhecida na sua coletividade como Jack Kirby’s Fourth World|The Fourth World|O Quarto Mundo, introduzindo Os Novos deuses, Sr. Milagre e O Povo da Eternidade, que enfrentavam o arquivilão Darkseid em um reino extradimensional chamado Apokolips. Quando as vendas não atingiram o experado, Kirby vinculou seus personagens ao universo ficcional padrão da DC Comics. Ele também criou uma série chamada Kamandi, sobre um adolescente em um pós-apocaliptico mundo de animais falantes.

As décadas de 1970 e 1980
Ver artigo principal: Era de Bronze dos quadrinhos
Jenette Kahn, conhecida editor de revistas para crianças, substituiu Infantino em janeiro de 1976. DC teve uma dramática experiência de competição com a novata Marvel Comics, cujo nome era DC Explosion, que resultou no cancelamento de vários novos títulos, entre eles Firestorm e Shade, the changing man, assim a DC Explosion tornou-se para a indústria DC Implosion.
Procurando novas maneiras de conquistar mercado, o novo administrador da publisher Kahn, o vice-presidente Paul Levitz e o editor Dick Giordano coordenaram uma quantidade grande de talentos instáveis. Por fim, seguindo o exemplo da Atlas/Seaboard Comics e algumas companhias independentes como Eclipse Comics, a DC começou a oferecer royalties e parcerias. A DC, nesta período, emulou uma tradição iniciada na TV, e trouxe o conceito de mini-séries, que converteu em séries limitadas, que termitiu flexibilidade para narrar histórias.
Estas mudanças refletiram-se na vindoura série The New Teen Titans (Os Novos Titãs no Brasil) do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez, dois talentos populares com história de sucesso na Marvel Comics. Este título de super-grupo, teve uma similariedade superficial com a série The Uncanny X-Men, mostrando que parte das vendas vem da estabilidade de boas equipes criativas. A dupla de criadores ainda foi capaz de tomar a vantagem da mini-série a seu favor, criando um título chamado Tales of the New Teen Titans, para narra a origem de personagens recém surgidos na série.
Esta revitalização iniciou um grandioso projeto que modificou a linha completa da DC Comics, na série Crisis on Infinite Earths (Crise nas Infinitas Terras, no Brasil), que deu uma rara oportunidade de descartar a bagagem de 50 anos de histórias dos personagens DC e revisar os maiores personagens da empresa.
Ao mesmo tempo o escritor britânico Alan Moore revigorou uma série de terror menor, conhecida como Swamp Thing/Saga of the Swamp Thing (Monstro do Pântano, no Brasil) e teve seu trabalho aclamado, criando um espaço equivalente a invasão de músicos de seu país (este movimento é chamado Invasão Britânica). Vários escritores britâncios, incluindo Neil Gaiman e Grant Morrison, iniciaram colaboração com a empresa. O resultado trouxe um material de horror sofisticado e fantasia não apenas para títulos que abandonaram o Comics Code mas para títulos que foram criados para atenderem um público adulto, mas somente em 1993 é que o selo (imprint) Vertigo foi oficialmente estabelecido (as primeiras colaborações de Alan Moore em Swamp Thing datam de 1983, e Neil Gaiman em Sandman é de 1989).

Quadrinhos de guerra da DC Comics, 1959
O sucesso da mini-séries Batman: The Dark Knight Returns (O Cavaleiro das Trevas, no Brasil), por Frank Miller, e Watchmen, por Alan Moore e Dave Gibbons, trouxe atenção para as mudanças na DC. Esta nova liberdade criativa somado com publicidade massiva permitiu a DC desafiar a Marvel pela liderança da indústria.
O meio da década de 1980 viu o fim da muitas séries antigas de guerras, que em geral estavam sendo impressas desde a década de 1960. Estes títulos, alguns com mais de 100 números incluem Sgt. Rock, G.I. Combat, The Unknown Soldier, e Weird War Tales.
Em 1989, a DC começou a publicar sua DC Archive Editions, que encadernava antigas e raras revistas em formato de capa-dura, papel melhor e recolorização.

A década de 1990
A indústria de quadrinhos experimental teve um breve boom no início da década, graças à combinação de especulação dos quadrinhos como colecionáveis e muitas histórias que ganharam a atenção do mainstream. Histórias longas como A morte do Superman (onde Superman é morto) e A queda do morcego (onde Batman é aleijado), resultam em grandes alterações nas vendas, mas o aumento foi temporário, e logo a indústria retornou para baixas vendas.
Selos como Piranha Press e outros foram introduzidos para facilitar a diversificação e a especialização da linhas de marketing. Elas introduziram o uso de cláusulas que incluíram os direitos para os autores e licenciaram material de outras companhias. A DC também incrementou sua linha de trade paperbacks (edições encadernadas), incluindo coleções de graphic novels.
DC fez um acordo com Milestone Media que criou uma linha de quadrinhos que apresentou diferenças culturais e raciais dos super-heróis padrões; através de linha Milestone, que cessou a publicação após um curto período, restante apenas a popular personagem Static Shock, que tem uma série de animação.
Paradox Press foi estabelecida para publicar material conhecido como Big Book of… uma série de livros temáticas e a graphic novel Road to Perdition (Estrada para perdição, que foi filmado com Paul Newman), matendo um selo separado com estilo e audiências próprias.
Ao mesmo tempo, em 1998 a DC adquiriu o selo Wildstorm de Jim Lee, e deu foco especial à linha ABC, criada e controlada pelo britânico Alan Moore, que introduziu Tom Strong, Promethea e League of Extraordinary Gentleman.

2000
Em março de 2003, a DC adquiriu os direitos para publicar a longa série de fantasia Elfquest previamente auto-publicada pelos criadores Wendy Pini e Richar Pini através da bandeira WaRP Graphics|Warp Graphics[10]. No ano seguinte a DC criou a linha editorial CMX para publicar mangá traduzido para o inglês, além de temporariamente adquirir os direitos para a publicação de graphic novels européias da Humanoids Associados. Também criou um selo chamado Johnny DC para a audiência jovem.
Em 2004, a DC começou um lento trabalho em grupo para a seqüência de Crise nas Infinitas Terras, prometendo substanciais mudanças para o Universo DC. Em 2005, a empresa publicou várias mini-séries que preparam o público e os personagens para os conflitos existentes em Crise Infinita.
Após a conclusão desta série, os títulos da DC pularam um ano na continuidade de sua histórias. Este evento recebeu o nome de One Year Later, e os atos que ocorreram durante o ano saltado serão narrados na série semanal 52 que será publicada em 2006 e 2007. Misteriosamente a série 52, que tinha tudo para um início brilhante e um sofrido final, consegue manter suas vendas acima das 100 mil cópias mesmo à altura da 25ª semana.
Também em 2005 a DC lançou uma linha All-Star permitindo a grandes autores narrarem suas versões de grandes personagens. Em julho, lançou All Star Batman and Robin the Boy Wonder, por Frank Miller e Jim Lee, e em novembro, All Star Superman, com Grant Morrison.
Em 2006, a CMX começou a publicar a webcomics Megatokyo em formato impresso, e surgiu o segundo grande filme com um personagem DC em 10 anos, Superman Returns, que foi lançado em julho. No ano anterior, Batman Begins havia resgatado o homem-morcego para o cinema.
Em Maio de 2010, DC cancela a linha CMX, a Megatokyo foi o único título da CMX que continuou a ser publicado pela editora.
Em Setembro de 2010, foi anunciado o fim da Wildstorm.
Em Janeiro de 2011, a Editora deixa de usar o Comics Code Authority e criar um sistema próprio de classificação etária.

Personagens da DC

01. Batman –2527 votos (118 como 1° colocado)
02. Superman – (All Star 100 votos [1 como 1°]) – 1326 votos (49 como 1° colocado)
03. Flash (Wally West) – 1275 (30)
04. Lanterna Verde (Hal Jordan) (1 para o Espectro) – 1091 (25)
05. Coringa – 797 (9)
06. Robin/Asa Noturna (Dick Grayson) – 665 (11)
07. Arqueiro Verde(Oliver Queen) – 552 (12)
08. Mulher-Maravilha – 542 (13)
09. Robin (Tim Drake) – 502 (3)
10. Oráculo (Barbara Gordon) (79 (1) para Batgirl) – 470 (3)
11. Ajax (J’onn J’onzz) – 438 (5)
12. Gladiador Dourado – 428 (7)
13. Questão (Vic Sage) – 395 (4)
14. Starman (Jack Knight) – 376 (12)
15. Besouro Azul (Ted Kord) – 370 (6)
16. Lanterna Verde (Kyle Rayner) – 364 (6)
17. Rorschach – 363 (5)
18. Canário Negro – 352 (4)
19. John Constantine – 344 (8)
19. Lex Luthor (All Star – 11) – 344 (1)
21. Homem Animal – 325 (7)
21. Gavião Negro (Katar Hol – 47 (2), Carter Hall – 278 (4)) – 325 (6)
23. Sonho/Morpheus – 322 (2)
24. Zatanna – 307 (3)
25. Lanterna Verde (Guy Gardner) – 303 (4)
26. Darkseid – 293 (3)
27. Capitão Marvel (Billy Batson) – 289 (5)
27. Poderosa – 289 (5)
29. Flash (Barry Allen) – 281 (4)
30. Aquaman (Orin) – 269 (6)
31. Mulher-Gato – 251 (1)
32. Jesse Custer – 230 (9)
33. Morte – 229 (2)
34. Spider Jerusalem – 225 (9)
34. Monstro do Pântano (Alec Holland) – 225 (3)
36. Nuclear (201 (4) for Ronnie/Professor, 8 para Ronnie/Arkadi) – 209(4)
37. Lanterna Verde (Alan Scott) – 196 (3)
38. Adão Negro – 195
39. Yorick Brown – 186 (2)
40. Exterminador – 171
41. Flash (Jay Garrick) – 170 (1)
42. Bart Allen Impulso/Kid Flash – 169 (5)
42. Bizarro – 169
44. Homem-Borracha – 163 (3)
45. Jonah Hex – 162 (5)
46. Ambush Bug – 157 (6)
47. Homem-Elástico (16 para Ralph e Sue) – 153 (1)
48. Espectro (Jim Corrigan) – 149 (1)
49. Sr. Milagre (Scott Free) – 147
50. Caçadora (Helena Bertenelli – 125 (2), Helena Wayne – 19) – 144 (1)

Selos

Se quiser saber mais sobre a DC Comics, click neste link: http://www.dccomics.com/dccomics/

Uma resposta to “ESTILO DE VIDA NERD”

  1. N(A)tiva 23/02/2012 às 18:16 #

    Amo quadrinhos e curto mais os personagens da DC, para mim foi prazeroso fazer esse post.

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