Caixa Preta

11 ago

Contraceptivos já Conversou com seu Parceiro?

Vou abordar uma assunto que todo casal já deve ter discutido mas que as pessoas meio que esquecem que isso faz parte de um relacionamento. Os contraceptivos. Existe algumas maneiras de se evitar a gravidez, a mais clássica é a camisinha, mas as pessoas casadas preferem outros métodos até por conta da “fidelidade e confiança” no outro. Há quem não abre mão da camisinha, acho que é mais questão de gosto, só fico apreensiva porque no final das contas os outros contraceptivos acabam ficando mais na responsabilidade da mulher e não protegem da AIDS.

Acho que um casal apaixonado acaba esquecendo de fazer o exame de AIDS para saber se está tudo ok mesmo antes de deixar de usar a camisinha. Acho que não ofende ninguém perguntar se o outro já transou sem camisinha e se já fez o exame de HIV. Afinal se tudo começa com pé direito, continua as mil maravilhas não é verdade?! Outra coisa que fica martelando na minha cabeça é seguinte, se fulano transa contigo sem caminha, é porque já transou com outras sem e a pergunta que não quer calar é seguinte. Será mesmo que ele nunca pegou uma doidinha da vida, mais rodada que pneu de ônibus sem camisinha? Bom pensar sobre isso.

Bêbados transam sem camisinha? Rapaz, se você fizer essa pergunta para si mesma(o) e a resposta for sim. Provavelmente seu parceiro já também, se ele for de beber demais. Gente, camisinha não é a coisa de outro mundo não, acho mito esse lance que cara não sente prazer com camisinha, coisa que ele mesmo colocou na cabeça dele. Sei que tem mulher que tem alergia ao látex, mas ai gatinha vai no ginecologista e ele te dar outra opção. Sempre tem alternativas…

Importante é toda mulher ir ao médico, fazer seus exames rotineiros e fazer algumas perguntas pertinentes. Tirem suas duvidas meninas e não tenham vergonha de perguntar. Mesmo antes de começar a vida sexual o ginecologista tem que ser presente na vida da mulher. E o homem também deve se cuidar, nada de dar desculpa para transar sem se proteger, correr risco nesse caso nunca vale a pena, se a parceira for fixa e sua amada, ai sim rola confiança e uma troca mutua. 😉

Agora vamos conhecer alguns dos contraceptivos.

Todos os métodos contraceptivos devem ser utilizados corretamente para que tenham o efeito esperado
Todos os métodos contraceptivos devem ser utilizados corretamente para que tenham o efeito esperado

Os métodos contraceptivos são utilizados por pessoas que têm vida sexual ativa e querem evitar uma gravidez. Além disso, eles também protegem de doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Há vários tipos de métodos contraceptivos disponíveis no mercado, como a camisinha masculina, camisinha feminina, o DIU (dispositivo intrauterino), contracepção hormonal injetável, contracepção hormonal oral (pílula anticoncepcional), implantes, espermicida, abstinência periódica, contracepção cirúrgica, contracepção de emergência, entre outros.

Dentre tantos métodos disponíveis, torna-se necessário o auxílio de um médico para definir a escolha de qual método utilizar, pois ele levará em consideração a idade da pessoa, a frequência com que mantém as relações sexuais, necessidades reprodutivas, saúde, etc.

É muito importante ter consciência de que qualquer método escolhido só funcionará se for utilizado da maneira correta.

Dentre os métodos contraceptivos há os que são reversíveis e os que sãoirreversíveis. Os métodos reversíveis, também chamados de temporários,são aqueles que ao deixarem de ser utilizados, permitirão uma gravidez. Osmétodos irreversíveis, também conhecidos como definitivos,são aqueles que exigem uma intervenção cirúrgica, como vasectomia, para os homens; e laqueadura tubária, para as mulheres.

Os métodos contraceptivos são classificados em cinco grupos:

  • Métodos comportamentais

– Tabelinha;

– Temperatura basal;

– Muco cervical (método Billings);

– Coito interrompido.

  • Métodos de barreira

– Camisinha;

– Diafragma;

– Esponjas;

– Espermicidas;

  • Dispositivo intrauterino (DIU)
  • Contracepção hormonal

– Contraceptivos orais;

– Contraceptivos injetáveis;

– Implantes;

– Anel vaginal;

– Adesivos cutâneos;

– Contracepção de emergência (pílula do dia seguinte);

  • Contracepção cirúrgica.

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

Já tomei pílula e achei normal, nem engordei como as pessoas dizem que acontece. Acho que cada um deve escolher o que é melhor, a melhor maneira de evitar engravidar. Mas tem pessoas que preferem inversão, eu morro de medo e fico mesmo com a pílula que não faz mal a ninguém. 😉

6 razões para tomar anticoncepcional

O contraceptivo oral não só evita a gravidez indesejada como diminui os riscos de vários problemas, que vão de acne a cisto no ovário

Pílula

Anticoncepcionais orais ajudam a prevenir uma série de males
Foto: Dreamstime

Ao longo dos últimos 50 anos, a pílula anticoncepcional evoluiu da maneira que as mulheres sempre sonharam: manteve o principal benefício (99% de garantia contra gravidez não desejada) e reduziu seus efeitos colaterais.

E tem mais: segundo Afonso Nazário, chefe do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), hoje, os anticoncepcionais orais também ajudam a prevenir uma série de males, que vão desde espinhas no rosto a cistos no ovário. Isso porque atualmente elas têm dose hormonal dez vezes menor!

Já é possível também encontrar versões que combatem a tensão pré-menstrual e – viva! – diminuem o inchaço. Tudo isso sem alterar a libido. Bons motivos para comemorar, né?

O que mudou?

Os anticoncepcionais são produzidos, em sua maioria, com os hormônios estrogênio e progesterona sintéticos. O que muda entre as pílulas é a dosagem deles. Como cada uma recebe um nome comercial, muitas vezes, você encontra diferentes nomenclaturas para o mesmo princípio ativo.

Fora isso, os benefícios gerados pelas misturas hormonais mudam conforme a pessoa. Assim, antes de passar em uma farmácia, converse com seu ginecologista, para que ele avalie qual é a melhor pílula para você e indique como ela deve ser tomada.

1. Ameniza os sintomas da TPM

Pesquisas da Universidade Estadual de Campinas e do Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas revelam que 80% das mulheres sofrem ou já sofreram com a TPM. Pílulas com drospirenona ou anticoncepcionais de uso prolongado (aqueles que podem ser usados sem pausa para menstruar) são boas opções, já que possuem efeito diurético, evitando inchaço e dores no seio e ainda reduzem a irritação, a ansiedade, a melancolia e o nervosismo típicos desse período.

2. Combate a síndrome do ovário policístico

Frequente em mulheres em idade reprodutiva, a síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio que se manifesta de diversas formas, com irregularidade menstrual, acne, oleosidade excessiva da pele ou aparecimento de pelos grossos nas costas, glúteos e rosto. Anticoncepcionais com ciproterona em sua fórmula costumam ser os mais recomendados para esses casos.

3. Melhora pele e cabelo oleosos

Após três meses de uso, a maioria das pílulas melhora o aspecto da pele e do cabelo. Isso por causa de três tipos de hormônios sintéticos, de nomes difíceis, mas com benefícios certeiros: gestodeno, drospirenona e ciproterona. Eles regulam a oleosidade da pele e reduzem o surgimento de cravos e espinhas. Não bastasse isso, ainda têm efeito na textura do cabelo, tornando os fios sedosos.

4. Evita o inchaço e a retenção de líquidos

Contraceptivos que contêm uma substância chamada drospirenona podem combater duas das principais reclamações femininas: a retenção de líquidos e o inchaço, que se agravam principalmente durante a tensão pré-menstrual. Esse hormônio sintético faz com que o líquido não fique preso no organismo e o corpo não inche como de costume. Dessa forma, você se sente mais magrinha e nota até que a celulite fica mais discreta.

5. Diminui crises de dor de cabeça

Sentir o incômodo no período de adaptação à pílula, durante os primeiros três meses, é normal. Após esse tempo, se você estiver tomando o remédio certo, já poderá sentir um alívio nas dores de cabeça. Anote aí: os contraceptivos sem estrogênio, apenas com os hormônios progesterona levonorgestrel ou noretisterona, são os mais indicados. Mas, atenção: caso você já sofra de dores fortes e constantes na cabeça ou tenha diagnóstico de enxaqueca, procure um neurologista, pois nenhum contraceptivo oral fará milagre nesse caso.

6. Controla os vasinhos

Se suas pernas denunciam que você tem tendência ao problema ou se sua mãe já sofre com varizes e vasinhos nas pernas, o melhor é optar por um contraceptivo à base de um hormônio que interfira o mínimo possível no sistema vascular, caso das pílulas com levonorgestrel. Peça uma amostra grátis a seu ginecologista e teste.

Os anticoncepcionais injetáveis são uma das tantas opções dentre os métodos contraceptivos atualmente disponíveis no mercado. Apresentam-se sob forma de uma injeção intramuscular de hormônios semelhantes aos produzidos pelo ovário feminino que pode ser aplicada a cada 30 dias (mensais) ou 90 dias (trimestrais). Os anticoncepcionais injetáveis mensais são produzidos à base de hormônios combinados (estrógenos e progestágenos), e os trimestrais à base de progesterona (acetato de medroxiprogesterona).

Via http://mdemulher.abril.com.br/

Anticoncepcional Injetável

Injeção Anticoncepcional: quais as vantagens?

Muitas mulheres preferem as injeções  em substituição aos tradicionais comprimidos (pílulas anticoncepcionais). O anticoncepcional injetável evita a gravidez impedindo a ovulação. A principal vantagem da utilização dos contraceptivos injetáveis é a segurança, pois o risco de esquecimento é menor.

1x1.trans Anticoncepcional Injetável

Quais as vantagens dos anticoncepcionais injetáveis?

Os injetáveis protegem a mulher de uma gravidez não desejada logo após a primeira aplicação e permite a gravidez após alguns meses de interrupção do método. Os hormônios injetáveis possuem baixa incidência de efeitos colaterais como aumento de peso, náuseas ou vômitos. Previnem o câncer do endométrio e dos ovários e reduzem os riscos de miomas, além de diminuirem a freqüência e a intensidade das cólicas menstruais. Também auxiliam na prevenção de problemas como: gravidez ectópica, câncer de endométrio, câncer de ovário, cistos de ovário, doença inflamatória pélvica, doenças mamárias benignas e miomas uterinos.

No caso dos injetáveis mensais, a fertilidade retorna em tempo mais curto do que com os injetáveis trimestrais.

Alguns efeitos colaterais podem se manifestar, variando conforme o organismo e a periodicidade da aplicação do anticoncepcional (mensal ou trimestral):

No caso de injetáveis mensais: alterações do ciclo menstrual, sangramentos nos intervalos entre as menstruações, sangramento prolongado e amenorreia (ausência da menstruação, ganho de peso, cefaleia, vertigem.

No caso de injetáveis trimestrais: alterações no fluxo menstrual, sangramento leve, ausência da menstruação, aumento de peso, dores de cabeça, alterações no humor, sensibilidade aumentada nas mamas, desconforto abdominal, náusea, alterações na libido e atraso no retorno da fertilidade.

Forma correta de tomar o Anticoncepcional Injetável

Anticoncepcionais injetáveis mensais: devem ser administrados por via intramuscular, e ter início entre o 1º e 5º dia do ciclo menstrual, e a partir de então com aplicações a cada 30 dias. Importante: não massageie ou coloque bolsa de água quente no local da aplicação.

Anticoncepcionais injetáveis trimestrais: deve ser administrado por via intramuscular. A primeira dose deve ser administrada até o quinto dia do ciclo menstrual, e a partir de então a cada 90 dias. Importante: não massageie ou coloque bolsa de água quente no local da aplicação.

Injeção Anticoncepcional engorda?

As alterações de peso em razão do uso dos contraceptivos injetáveis (como Perlutan, Mesygina, Cyclofemina, Deprovera, Noregyna e outros) são raras, mas podem ocorrer. O ideal é manter o cuidado de sempre com a alimentação para evitar surpresas na balança.

FALANDO DE ALGUNS

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